Posts Recentes

Começou a Década da Restauração dos Ecossistemas. Mas como posso fazer a minha parte?

Instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), o ano de 2021 dá início à Década da Restauração dos Ecossistemas, uma ação global em um período decisivo para os seres vivos.

Desde 1950, o planeta perdeu cerca de 500 milhões de hectares de florestas tropicais, segundo dados da The Nature Conservancy (TNC). A perda, em grande parte, foi impulsionada pela demanda de commodities, como madeira, óleo de palma, soja, carne bovina, minérios, entre outros.

Quando perdemos florestas, não perdemos somente espaços verdes. Impactamos o clima e aumentamos a probabilidade de doenças zoonóticas, com maior propensão a pandemias, como a da Covid-19, que tem assolado todo o mundo.

A Década de Restauração dos Ecossistemas chega com o objetivo de canalizar soluções e esforços locais e globais para intensificar a troca de conhecimentos e boas práticas em prol do meio ambiente.

Parte expressiva deste desafio está no Brasil. Firmado em 2015, o Acordo de Paris prevê o reflorestamento de 12 milhões de hectares até 2030, incluindo uma parcela do passivo a ser restaurado nas propriedades rurais.

Mas esta luta não é apenas do governo ou de instituições privadas. Todos nós podemos atuar em favor deste objetivo, com medidas simples que podem ser adotadas em nosso dia a dia: 

1 – Engaje. Escreva sobre o tema e converse com amigos e familiares;

2 – Dê preferência a investimentos em empresas ou fundos comprometidos com o meio ambiente;

3 – Já plantou uma árvore? Se não, já passou da hora;

4 – Insira o tema na educação dos seus filhos e ajude a formar uma geração mais engajada nas causas ambientais;

5 – Seja voluntário. Ajude a restaurar os ecossistemas de parques e escolas.

Vamos fazer a nossa parte?




LINGUAGEM CORPORAL NO HOME OFFICE

 

Desde o início da pandemia, as videoconferências tornaram-se cada vez mais presentes em nosso dia a dia. Se antes era uma prática ainda vista de forma negativa, hoje tornou-se uma necessidade para grande parte das empresas.

Devido a isso, muitos pensam: “prefiro a videoconferência por não estar fisicamente, posso estar em um local em que me sinta confortável e à vontade”. De fato, há essa facilidade, porém, não é porque estamos realizando reuniões à distância que alguns pontos não deixam de ser importantes. E estar ciente deles é fundamental.

A linguagem corporal diz muito sobre o que estamos sentindo em determinada situação e precisamos nos atentar a ela mesmo no contexto do home office.

Ao contrário do que se pensa, a apresentação pessoal acaba sendo muito relevante nas videoconferências. No Jornal Mural deste mês, iremos abordar sobre a linguagem corporal no contexto do home office.

● Em casa, temos a possibilidade de trabalhar em qualquer local, seja no quarto, na sala, sofá ou cama. Mas, ao entrar em uma reunião, é importante estar em um local onde se possa ficar com postura ereta, de preferência em uma mesa. Um espaço com uma boa iluminação também faz diferença. Permanecer com uma postura adequada faz com que o participante pareça mais comprometido ao que está sendo dito. Além da percepção que os outros possuem, manter uma boa postura eleva a autoconfiança, transformando a experiência de todos os envolvidos naquele momento;

● “Para onde devo olhar?” é um questionamento muito recorrente. Apesar de não conseguirmos fazer contato visual durante uma chamada de vídeo, é importante sempre estar olhando para a tela, principalmente quando estiver falando. Fazendo isso, os diálogos parecem mais próximos, como acontece presencialmente, e consequentemente menos robotizados;

● Também é interessante sempre manter a opção de exibição da reunião em que todos apareçam, assim, é possível acompanhar as reações dos colegas durante a conversa. Além disso, evite ficar olhando para si próprio na tela de exibição: olhe apenas se quiser verificar a própria postura, iluminação, etc. Manter o olhar fixo na própria expressão pode lhe tirar o foco, além de causar uma certa ansiedade;

● Cuidado com as distrações externas! Evite o uso do celular. Além de distrair, causa a impressão de falta de interesse ao que está sendo abordado;

● Tente sempre manter uma expressão que demonstre receptividade. Permaneça com um sorriso leve e evite caretas ou franzir a testa – principalmente, quando os demais estiverem falando.

● Não é apenas a expressão facial que precisa de atenção, as mãos também. Evite colocá-la no queixo, pois isso pode indicar um sinal de julgamento. Apoiar as mãos na cabeça pode demonstrar tédio. Para evitar que esse tipo de situação aconteça, o melhor é deixar as mãos fora do alcance da câmera. Se você costuma gesticular, não há problemas em manter isso. O ideal é sempre tentar sustentar a sua postura, como acontece presencialmente.

Além de tudo o que foi abordado até aqui, relaxe! Quanto mais relaxado estiver, melhor será para que a reunião ocorra com mais fluidez e a confiança de todos os envolvidos. Esperamos que essas dicas auxiliem a tornar a experiência das videoconferências cada vez melhor e mais proveitosa. 



Home office e o aumento de resíduos na pandemia

O isolamento social e a prática do trabalho em casa aumentaram o volume de resíduos domésticos em todo o mundo.  Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), estima-se que as medidas de distanciamento social geraram, no Brasil, um aumento de 15% a 25% na quantidade de resíduos residenciais.

Aqueles resíduos que costumeiramente eram descartados em locais de trabalho ou demais locais públicos passaram a se integrar à massa de resíduos caseiros. Passamos então a entender melhor nossos hábitos de consumo e, com eles, os de descarte.

O volume criado repentinamente gerou uma oportunidade única de conscientização. Mas você sabe como realizar o descarte correto dos seus resíduos?

Se você teve confirmação POSITIVA para a COVID-19 ou está em quarentena obrigatória:

• Pare de separar o lixo doméstico. Todos os resíduos gerados na residência devem ser descartados no lixo comum;

• Use dois sacos plásticos resistentes (um dentro do outro) para descartar seus resíduos e certifique de que ambos estão devidamente fechados;

• Só coloque os sacos para a coleta nos dias e horários determinados em sua cidade;

• Animais de estimação não devem ter contato com os materiais descartados.

Se você NÃO teve confirmação positiva para a COVID-19:

• Continue realizando a coleta seletiva como fazia anteriormente. Se você não faz ainda, é uma ótima oportunidade para começar;

• Se usou máscaras e luvas descartáveis, descarte-as no lixo comum;

• Coloque seus resíduos de forma adequada para que os trabalhadores da limpeza urbana não tenham contato com nenhum material descartado;

• Apresente os sacos para coleta nos dias e horários determinados em sua cidade.

A coleta domiciliar seletiva está presente nos 96 distritos do município de São Paulo, cobrindo cerca de 76% das vias. O serviço de coleta domiciliar conta com aproximadamente 6 mil funcionários e 555 veículos. As duas concessionárias responsáveis pela coleta da cidade são: Loga, encarregada pela prestação dos serviços divisíveis no agrupamento Noroeste (Centro, Norte e Oeste), e a Ecourbis, responsável pelo agrupamento Sudeste (Sul e Leste).

Contribua com o meio ambiente. Realize o descarte consciente! 



Como formar uma equipe inovadora

No texto anterior, vimos um pouco sobre como formar equipes inovadoras, focando nas competências dos colaboradores e do líder. Relatamos também alguns pontos de condições de trabalho. 

Hoje demonstraremos como formar uma equipe inovadora dentro das estratégias da empresa. Para formar uma equipe inovadora é preciso estabelecer: 

1- Propósito: elemento chave para motivar a equipe. É necessário um elemento para fazer as pessoas da equipe se moverem em um objetivo comum; 
2- Cultura organizacional: une o propósito com o conjunto de crenças e valores da empresa; 
3- Objetivo comum: ter clareza no que está buscando alcançar. É preciso saber onde quer chegar; 
4- Definir papéis e processos: determinar o papel de cada um e de que forma cada um realizará as atividades com transparência, clareza; 
5- Comprometimento: um elemento simples, pessoal. A forma com que cada um se comprometerá dentro da equipe; 
6- Liderança: é papel do líder manter todos os envolvidos bem engajados para contribuir nos processos.

Vale lembrar que, no meio do caminho, o líder pode cometer alguns erros ao formar as equipes, sendo eles: 

• Contratar um colaborador com característica X e exigir que ele tenha a característica Y; • Escolher o caminho mais complexo; 
• Acreditar que só existe uma forma de enxergar as coisas; 
• Falta de humildade. 

É preciso saber que para a formação de equipes inovadoras, os líderes são: 

• Atualizados; 
• Dinâmicos; 
• Possuem a visão do todo; 
• Tem autoconhecimento; 
• Buscam ser humildes; 
• Treinam e ensinam. 

Estas são algumas dicas que os líderes podem seguir para formar suas equipes, pois seu papel é essencial para formar equipes inovadoras. “A inovação não tem nada a ver com a quantidade de dólares que você investe em pesquisa e desenvolvimento. Não é uma questão de dinheiro, é a equipe que você tem, como você lidera e quanto você entende da coisa”. (Steve Jobs – Revista Fortune).



Como formar equipes inovadoras?

Para qualquer instituição que tenha a intenção de se estabelecer no mercado de forma constante, a inovação precisa estar presente em todo o processo, incluindo os colaboradores. Para que isso aconteça, primeiramente, é necessário que haja um ambiente em que seja estimulado a união e colaboração entre todos. A inovação não se refere apenas às ideias, mas também à solução de problemas.

Por este motivo, é importante estimular essa característica nos colaboradores. O papel do líder é se atentar ao perfil de sua equipe e garantir que todos se sintam confortáveis para dividir seus pensamentos, sempre estimulando a cooperação entre todos.

Sendo assim, é essencial ter na equipe colaboradores que possuam interesse em solucionar problemas dos seus clientes. O líder precisa avaliar se essas pessoas estão atuando com o que se identificam e com as funções mais adequadas de acordo com suas competências. Isso é essencial para estimular a criatividade e, consequentemente, a inovação.

É importante buscar uma equipe diversificada, apostando em profissionais de diferentes perfis que estimularão a inovação, dentre eles, alguns exemplos:

O visionário (aquele que consegue antecipar cenários e ter ideais a partir disso);

O pensador (aquele que observa, escuta e examina as situações);

O inovador (aquele que sempre busca as melhores ideias para colocar os desafios em prática);

O líder (aquele que comanda, incentiva e motiva sua equipe);

O comunicador (aquele que consegue transmitir informações e ideais de forma clara para todos).

Tome cuidado para não tender a dar preferência a apenas um perfil. Muitas vezes, temos tendência a nos aproximar de pessoas que possuem um pensamento parecido com o nosso e isso também pode se estender ao ambiente corporativo. Por isso, é importante sair da zona de conforto e dar espaço a experiências diversificadas e pontos de vista diferentes. Dessa forma, diversas óticas serão expostas, possibilitando uma maior perspectiva através de discussões que serão enriquecedoras.

Um ponto importante que deve ser levado em consideração é a respeito de que, para as pessoas se sentirem seguras para expor suas opiniões, elas não devem ter receio de possíveis represálias. Por isso, é importante sempre estimular este comportamento e tomar cuidado para não desestabilizar toda uma equipe.

Por este motivo, o trabalho em equipe precisa ser encorajado todo o tempo. É preciso sempre incentivar um ambiente onde haja comunicação e trocas, onde todos se sintam pertencentes e acima de tudo, valorizados. Até a próxima!



Motivação no comportamento organizacional


 Neste artigo, abordaremos a motivação no comportamento organizacional. Mas o que significa “motivação”? Esse é um processo encarregado por encorajar um comportamento que gerará uma ação estimulando para que as atividades realizadas alcancem o resultado esperado.

A motivação está atrelada à intensidade, à direção e à persistência do empenho executado por uma pessoa para cumprir determinada meta.

A intensidade é a quantidade de energia aplicada, a direção é o foco para a realização do objetivo e a persistência é a quantidade de tempo utilizada para alcançar a meta.

Para uma equipe manter-se motivada, há a necessidade de um esforço mútuo: o líder e toda a equipe precisam colaborar para que todos se mantenham satisfeitos. Para isso, algumas atitudes podem ser tomadas em conjunto para melhorar a motivação da equipe:

· Separar as atividades de acordo com a habilidade de cada colaborador;

· Conceder feedbacks periodicamente;

· Compartilhar informações importantes para toda a equipe;

· Encorajar a criatividade e ideias inovadoras;

· Desenvolver novas habilidades;

· Introduzir metas que sejam incentivadoras.

O grupo também precisa manter uma boa relação entre si para melhorar o engajamento. A colaboração e a troca de ideias, incentiva as relações e torna o ambiente de trabalho mais agradável para todos. O pensamento deve ser o seguinte: por mais que todos tenhamos nossas atividades individuais em nosso dia a dia, devemos saber que todos possuem um papel importante para o sucesso da equipe.

Também é preciso reconhecer as conquistas individuais e grupais. O reconhecimento gera um sentimento de missão cumprida e pertencimento.

Por isso, é importante que não apenas o colaborador que alcançou uma determinada meta saiba disso, é importante que todos compartilhem das conquistas uns dos outros!

Além do incentivo em grupo, o líder tem um papel muito importante no que se refere aos sentimentos despertados em toda a equipe. Um líder deve acolher sua equipe, atuando em conjunto para alcançar as metas da empresa. Possuindo uma boa relação, os colaboradores se sentem mais confortáveis e entusiasmados para cumprir as atividades do dia a dia, mostrando-se presentes e dispostos a contribuir e aprender.

Esperamos que as dicas auxiliem e forneçam ideias para trabalhar a motivação das equipes!



Portaria Normativa PROCON/SP - 29/2021


 A Fundação Procon-SP publicou a Portaria Normativa 029/2021, para alterar o artigo 33, da Portaria Normativa nº 57/2019. Com isto, as GIAS-ICMS voltaram a ser aceitas como documento hábil para comprovar o faturamento bruto da empresa, conforme previsto nas Portarias Normativas anteriores à Portaria Normativa º 57/2019. Ainda, foram incluídos como documentação hábil para comprovar o faturamento: (i) a DAS – Documento de Arrecadação do Simples Nacional; (ii) o Declaratório e Recibo de Entrega da Apuração PGDAS- D (Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional Declaratório); e (iii) o documento DASN-SIMEI – Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual.

Importante também mencionar o § 2° da Portaria 029/2021, que reinseriu a previsão de que, no caso de conduta infrativa imputada a uma unidade específica do autuado, será considerada como condição econômica, a receita bruta do estabelecimento onde ocorreu a infração. 

Além disso, o Procon-SP, no § 3°, do art. 33, da nova Portaria Normativa 29/21, incluiu que, quando constar expressamente no auto de infração que a conduta diz respeito à rede de estabelecimentos, será considerado, para fins de estimativa, a receita bruta da rede do autuado, ou seja, o faturamento global, sendo indicado como responsável a matriz do estabelecimento.