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Maneiras de Fortalecer os Laços de Confiança no Ambiente de Trabalho

Já abordamos sobre a importância de criar relações de confiança no ambiente de trabalho. Mas como criá-la?

Hoje, veremos como simples atitudes melhoram muito a confiança para todos os lados: o líder com sua equipe, o colaborador com seu líder e entre todos os membros de um time.

Como falamos anteriormente, a confiança aumenta o senso de pertencimento. Por que isso acontece? Porque cria-se um elo entre os colaboradores, já que todos entendem que estão no mesmo barco, podem pedir ajuda e se ajudar mutuamente quando preciso. Isso também influencia no êxito e no progresso do negócio. Quando uma equipe confia nos propósitos do escritório e de seus líderes, trabalha com maior motivação para fazer um trabalho de qualidade.

Mas como fazer isso? Essa construção de confiança não acontece do dia para a noite. É necessário um trabalho diário, que pode ser desafiador, mas será muito recompensador! Para tanto, confira alguns passos que podem te ajudar neste processo:

• Antes de mais nada, é necessário confiar em si mesmo. É fundamental ter certeza do que está fazendo e do que está falando.

Quando somos autoconfiantes, automaticamente, passamos firmeza e segurança a quem está ao nosso redor;

As promessas precisam ser cumpridas. Não comprimir compromissos tem o poder de destruir qualquer vínculo de confiança. Quando as promessas são cumpridas, a imagem de confiança se fortalece;

• Como já falamos anteriormente, conceder feedbacks para a equipe é uma forma de dar oportunidade  para as pessoas compreenderem onde estão acertando e errando para se desenvolverem. Por este motivo, oferecer um feedback construtivo aumentará e muito a confiança da equipe;

• Acredite no potencial do seu time! Quando um profissional pressupõe que os que estão ao seu redor acreditam em seu potencial, automaticamente, ele se sente mais confiante, melhorando seu desempenho;

• Interesse-se pelas pessoas! Passamos grande parte do nosso dia trabalhando, correto? Criar laços além do profissional estreita as relações e fortalece os vínculos. Importe-se com o seu colaborador, converse sobre demais assuntos que não se restrinjam apenas a questões profissionais. Seja empático! O interesse genuíno pela vida do colaborador aumenta a cooperação e a confiança;

• Seja honesto! A comunicação transparente e franca dá a oportunidade para as pessoas saberem exatamente o que se espera e/ou é esperado. Além disso, manter uma comunicação clara demonstra respeito pelo colaborador, aumentando os níveis de confiança e dando a oportunidade para que ele também se sinta à vontade para ser honesto sobre suas percepções e ideias;

• Com o home office está mais difícil controlar a jornada de trabalho dos colaboradores, correto? Mas fiscalizar constantemente, ao invés de ajudar em sua gestão, está abalando completamente as relações de confiança entre a equipe. Dê autonomia!

• Reconheça! Quando o projeto ou a entrega do colaborador acontece de forma satisfatória, lembre-se que o reconhecimento público torna os colaboradores muito mais engajados e confiantes a desempenharem suas funções da melhor forma possível;

• Peça ajuda! Perder o receio de compartilhar suas dificuldades não o torna vulnerável e sim alguém que busca soluções e o desenvolvimento de pontos que podem ser melhorados. Assim, você demonstra que confia em seu time por abrir tais questões e sua equipe passa a confiar mais em você;

• Todos são importantes! Incentivar a colaboração é de extrema importância para que todos se desenvolvam e exponham suas críticas e ideias. O ambiente colaborativo incentiva o desenvolvimento mútuo e aumenta a confiança entre a equipe!

Lembre-se que construir uma relação de confiança é mais difícil do que perdê-la! Sua postura, decisões e a maneira que você administra a gestão do seu time impactam de forma positiva ou negativa em sua imagem. Sendo assim, busque desenvolver-se e desenvolver o sua equipe constantemente. Esteja aberto a reconsiderar ideias e busque sempre além de dar atenção, escutar a todos. Essas atitudes farão toda a diferença. 



30 anos do BNZ Advogados!

 



BNZ Advogados – 30 anos de trajetória

O BNZ Advogados tem orgulho de sua história. A atuação impecável e respeitosa com seus clientes mostra a dedicação incansável dos colaboradores em fazer um trabalho de excelência diariamente.

Em fevereiro  de 2020 completamos 30 anos de trajetória. Desde 1990, nossa missão é trabalhar com o Direito de forma justa e ética. E continuará sendo assim nos próximos anos.

Agradecemos a confiança de todos em nossa atuação e nos comprometemos a continuar nosso trabalho, acompanhando a evolução e inovando na assessoria jurídica, sem deixar nossa tradição que nos caracteriza há três décadas.

Qual a importância de manter relações de confiança no ambiente de trabalho?

 


Para os líderes, geralmente, há uma grande dificuldade em estabelecer uma relação de confiança com seus liderados e pares. Principalmente, quando estes estão há pouco tempo na organização. E confiar em outra pessoa demanda maturidade, tempo, cautela e uma boa estratégia. Neste texto, vamos entender como manter relações de confiança no ambiente de trabalho é importante para o crescimento da equipe e da organização.

O líder, ao construir sua equipe, deve considerar alguns elementos, como competências técnicas e comportamentais. Porém, a relação de confiança é construída no dia a dia, de acordo com as relações e atitudes de ambas as partes. É difícil antecipar como esse vínculo acontecerá sem a vivência que ocorre apenas com o passar do tempo.

Para entendermos o impacto de construir uma boa relação de confiança no trabalho, em uma equipe, quando há uma comunicação eficiente e existe confiança interpessoal entre todos, consequentemente há o aumento da entrega, melhores resultados e qualidade no serviço prestado. Além de abrir caminho a ideias inovadoras e trocas de experiências. Sendo assim, o líder consegue delegar com mais facilidade quando confia e conhece a capacidade e comprometimento do seu time.

Mesmo que a produtividade seja monitorada constantemente, o colaborador não deve se sentir controlado ou reprimido, por isso, é necessário investir em treinamentos direcionados. Dessa forma, a conexão de confiança é consolidada e o profissional torna-se responsável por suas condutas. Ao tomar ciência de que o controle não invade o seu espaço, e sim, evidencia suas qualidades, o colaborador se sentirá menos invadido e terá mais disposição para interagir sobre suas ideias no que se refere às atividades exercidas.

Um aspecto que o líder deve aprimorar ao longo de sua carreira é a construção e a manutenção de uma relação de confiança que seja mútua com seus colaboradores. Não em benefício próprio, mas com a intenção de melhorar o desenvolvimento do time.

É de grande valia manter todos os colaboradores cientes e constantemente atualizados sobre o quanto a atividade que ele desempenha é relevante para a evolução do negócio do qual está inserido, tornando a equipe mais engajada. Além disso, a relação de confiança torna-se mais consistente quando o líder possui a capacidade de delegar funções, dando confiança ao time nas tarefas do dia a dia, das mais simples as que envolvem características que pedem uma grande responsabilidade. Ao fazer isso, o líder precisa manter-se junto à equipe, sempre disponível para auxiliar no que se fizer necessário.

Essa mudança de comportamento gera nos profissionais uma maior sensação de pertencimento, engaja e contribui para que eles se desenvolvam e cresçam profissionalmente. Sendo assim, o time tem a consciência de que é responsável pelo sucesso alcançado na organização.


IRPJ e CSLL - Serviços Hospitalares


POSSIBILIDADE DE REDUÇÃO DOS COEFICIENTES APLICADOS AOS CÁLCULOS DO IRPJ E DA CSLL, NO TOCANTE AOS SERVIÇOS PRESTADOS POR ESTABELECIMENTOS HOSPITALARES E/OU EQUIPARADOS, SOB A SISTEMÁTICA DO LUCRO PRESUMIDO. COMPENSAÇÃO DOS VALORES INDEVIDAMENTE RECOLHIDOS NOS ÚLTIMOS 5 ANOS.

Com o advento da Lei nº 9.249/1995, as empresas prestadoras de serviços em geral se viram sujeitas, para fins de recolhimento do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), ao percentual de presunção de 32% (trinta e dois por cento) sobre a receita bruta auferida ao mês.

Contudo, tal regra comporta exceção, no que diz respeito aos estabelecimentos prestadores de serviços hospitalares. Isso porque, segundo os artigos 15, caput e § 1º,  inc. III, “a” e 20, inc. III, ambos da Lei nº 9.249/1995, a base de cálculo para apuração do IRPJ deve levar em consideração o coeficiente de 8% (oito por cento) e, no tocante à CSLL, o coeficiente de 12%  (doze por cento), sobre a receita bruta auferida no mês corrente.

Não obstante, o texto legal equiparou aos estabelecimentos hospitalares às “[...] clínicas médicas prestadoras de serviços laboratoriais de auxílio diagnóstico e terapia, patologia clínica, imagenologia, anatomia patológica e citopatologia, medicina nuclear e análises e patologias clínicas.”, desde que atendam aos requisitos previstos em lei.

De acordo com o texto legal, para ter o direito à tributação mais branda, o contribuinte deve apenas se valer de duas condições, quais sejam: (i) estar organizado como uma sociedade empresária; e (ii) de forma concomitante, deve atender às normas sanitárias, as quais serão comprovadas mediante alvará de funcionamento emitido pela vigilância sanitária estadual ou municipal. Não há, portanto, nenhum requisito relacionado à sua estrutura física.

Entretanto, a Receita Federal do Brasil (RFB) construiu entendimento contrário, no sentido de que somente os hospitais propriamente ditos, com estrutura física para internação, teriam o direito à carga reduzida na tributação.

Ocorre que, após ampla discussão envolvendo o tema, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), quando do julgamento do Recurso Especial nº 1.116.399/BA, submetido ao rito de recursos repetitivos, consolidou o entendimento de que a concessão do benefício fiscal se dá de forma objetiva, isto é, com foco nos serviços prestados e, portanto, sendo irrelevante a pessoa do contribuinte que executa a prestação dos chamados “serviços hospitalares”, sob pena de desfigurar a natureza do normativo legal.

Assim, o STJ levou em consideração a natureza, a relevância e a importância social da promoção à saúde. Logo, toda prestação de serviço voltada diretamente à promoção da saúde, salvo os casos de simples consultas prestadas em consultórios, poderá se valer da redução da base presumida para tributação do IRPJ e da CSLL a eles estendida.

Portanto, torna-se indubitável afirmar que os estabelecimentos que prestam serviços hospitalares, organizados na forma de sociedade empresária e que atendem aos requisitos da vigilância sanitária, estão diante da possibilidade de impetração de Mandado de Segurança, com pedido liminar, com vistas a reconhecer o seu direito líquido e certo, no que concerne  ao recolhimento do IRPJ e da CSLL com as alíquotas reduzidas a 8% (oito por cento) e 12% (doze por cento), respectivamente, com base no lucro presumido, ficando excluídas, contudo, as consultas médicas e as atividades de cunho administrativo.

Outrossim, poderão estes contribuintes pleitear o reconhecimento do direito à compensação dos valores recolhidos indevidamente a este título, nos últimos 5 (cinco) anos, os quais deverão ser devidamente atualizados pela taxa Selic, em consonância ao que dispõe o art. 74, da Lei nº 9.430/1996; Lei nº 9.250/1995 e art. 170-A, do CTN.

Sobre este assunto, o Departamento Tributário do BNZ Advogados está à disposição para prestar os esclarecimentos adicionais necessários.




Como manter o engajamento dos colaboradores em home office?

 


 Há alguns meses, grande parte das equipes trabalha em home office. Isso mudou completamente a forma de se comunicar, organizar, trabalhar, entre tantos outros aspectos. Mas como manter as equipes engajadas neste novo modo de trabalho? Como manter as pessoas próximas mesmo em distanciamento social? Tudo isso é possível.

Comunicação

Interação é tudo! A comunicação não serve apenas para manter o nível de produtividade e evitar os ruídos de comunicação. Um contato equilibrado com os colaboradores é manter-se próximo deles!

Lembre-se: podemos não estar próximos fisicamente, mas isso não impede de que o contato aconteça. Esta é uma das chaves do sucesso do home office. É preciso garantir que o colaborador não se sinta excluído por estar fora do escritório e/ou perdido diante aos desafios. A comunicação precisa ser constante e de forma natural.

Mas como fazer isso? Tente manter a comunicação o mais próximo do que acontecia pessoalmente. Deve-se questionar como está indo o trabalho, quais as dificuldades, fazer uma videoconferência para alinhamentos, caso seja necessário. Ou seja, manter-se sempre como se estivesse junto à equipe.

A interação não deve acontecer apenas de forma individual. Como já abordamos anteriormente, existirão momentos com discussões pessoais e entre a equipe, isso de acordo com cada ocasião. Com a interação individual, ninguém se sentirá sozinho e terá uma sensação de pertencimento e acolhimento muito maior.

Planejamento

Sabemos que cada um possui uma forma de trabalhar e como distribuir suas tarefas. É importante oferecer essa autonomia dentro das possibilidades de cada atividade. Porém, o planejamento para o trabalho e metas não deve ser uma tarefa individual.

É importante que o líder auxilie neste processo, contribuindo com as melhores práticas e prioridades. Lembre-se: nem todos possuem experiência com o home office e, contando com novas atividades que surgiram, ou poderão surgir, é preciso ter cautela e acompanhamento.

Torna-se mais fácil para o líder identificar o que está sendo realizado pelo colaborador, mesmo este estando distante e o profissional possui a garantia de que seu trabalho está sendo visto e avaliado.

Reconhecimento

Não é porque os colaboradores estão trabalhando em casa que suas conquistas não devem ser reconhecidas. O colaborador teve um bom resultado em uma meta planejada ou alguma outra conquista? Realize um call com a equipe, elogie em público, compartilhe com todos!

Feedbacks

Outro ponto bastante importante e que não deve ser esquecido é o feedback! Como o colaborador saberá onde pode melhorar? O que é necessário para seu desenvolvimento dentro da organização se não houver feedbacks?

Já falamos anteriormente de forma mais profunda, o líder precisa oferecer aos colaboradores a oportunidade de se desenvolverem e o feedback é uma destas ferramentas.

Como podemos ver acima, seguir com esses passos auxiliarão bastante no engajamento dos colaboradores. A sensação de isolamento será menor, pois há uma maior interação, que engaja e ao mesmo tempo acolhe e faz com quem está distante se sinta pertencido ao escritório!

Devemos lembrar que é nosso papel manter as equipes engajadas e bem orientadas. Liderar, planejar, comunicar e reconhecer, tudo isso interfere (e muito!) no ânimo dos colaboradores. Por isso, é importante lembrar que a distância requer de nós muito mais disciplina e ponderação para lidar com os desafios do dia a dia.

Senado Federal reverte o adiamento do inicio da vigência da Lei Geral de Proteção de Dados


 Ontem, 26/08/2020, o Senado Federal aprovou a vigência imediata da Lei Geral de Proteção de Dados (“LGPD”), que dispõe sobre o tratamento de dados pessoais, a qual havia sido adiada para o dia 03 de maio de 2021, por força do artigo 4º, da Medida Provisória nº 959, de 29 de abril de 2020 (“MP 959/20”), diante dos efeitos da pandemia da COVID-19.

A MP 959/20 havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados no dia 25/08/2020, no entanto, houve uma alteração determinando que a vigência da LGPD teria início no dia 31 de dezembro de 2020. 

Com esta última decisão do Senado Federal, por unanimidade, retirando o artigo 4º, da MP 959/20, a LGPD vigorará no prazo máximo de 15 (quinze) dias, contados a partir da data em que o Presidente receber o texto, considerando que resta pendente apenas a sanção presidencial.

Neste contexto, vale ressaltar que as sanções previstas na LGPD – que variam de advertências a multas que podem atingir até R$ 50 milhões por infração – poderão ser aplicadas somente a partir de 1º agosto de 2021, pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (“ANPD”),  órgão responsável pela fiscalização do cumprimento da LGPD.

Não obstante a aplicação das sanções pela ANPD somente a partir de 1º de agosto de 2021, órgãos como o Ministério Público e os Procons poderão, desde logo, fiscalizar e aplicar sanções baseadas em outras normas e os titulares de dados terão a possibilidade de propor ações de indenização com base no tratamento inadequado de dados.

Na data de hoje, 27/08/2020, foi publicado no Diário Oficial da União o Decreto de criação da ANPD, a qual, até o momento, não havia sido criada pelo governo federal, estipulando, neste Decreto, as funções de referido órgão e estruturando os seus cargos. 




Exercitando a Empatia Em Tempos De Pandemia

Ao longo deste período de distanciamento, viemos aqui falar um pouco sobre os impactos que estamos sofrendo com a pandemia.

Talvez, não estamos vivendo o melhor ano. Vivenciamos as mudanças em nossas vidas pessoal e profissional. Relatamos as transformações organizacionais, pontuamos alguns cuidados de prevenção e ainda falamos um pouco sobre o trabalho home office.

Com tudo isso, nos tornamos indivíduos mais resilientes. Claro que alguns ainda não conseguiram se adaptar, mas não podemos esquecer que cada um tem seu tempo. A adaptação às novas mudanças é o melhor caminho a seguir.

Estamos vivendo uma crise na qual empresários estão fechando “suas portas”, pessoas perdendo seus empregos e suas fontes de renda. E temos reflexos piores ainda, pessoas que se encontram em estado de saúde precário por conta do vírus.

Cada um carrega a sua dor, a sua angústia. As pessoas se sentem mais inseguras, com medo, estão mais vulneráveis, o que aumenta cada vez mais as crises de ansiedade.

O período de distanciamento, isolamento e toda essa crise tem gerado várias emoções e algumas pessoas sofrem com mais intensidade do que as outras. E tendo tudo isso em vista, o tema do nosso texto deste mês é sobre EMPATIA. O ato de se colocar no lugar do outro neste momento é muito IMPORTANTE!

E como estamos vivenciando uma rotina parecida, não será difícil, principalmente para nossas lideranças e equipes de trabalho, ser mais empático uns com os outros. Cada pessoa é e realiza um papel importante dentro da organização e precisamos criar um laço de confiança neste momento.

Se disponibilizar para uma conversa, um tempinho para ouvir o outro falar sem interrupções e saber o que a pessoa está passando é empatia, um momento ótimo para criar laços mais fortes. Claro que nem sempre temos todas as repostas para todos os “problemas”, mas só o fato de estar ali presente, ouvindo e trocando energia já basta. E, quando falar algo, é sempre bom usar palavras de conforto.

Uma dica MUITO IMPORTANTE é que, para ajudar o próximo, ser mais empático, é preciso começar por si mesmo mesmo.

Exercite primeiramente em você a empatia, clareza, aceitação e adaptação. Não adianta querer ajudar o mundo se, naquele momento, é você quem precisa de ajuda.

Cuide-se também! Esse processo é um ciclo e juntos podemos atravessar esta crise. Lembre-se que líderes também podem ser e demonstrar vulnerabilidade e isso não é defeito. A empatia se destaca na vulnerabilidade.

Não se esqueça que quando temos equipes que confiam em seus líderes, teremos grupos mais engajados e mais animados para se adaptar às novas mudanças e alcançar seus objetivos.

Não podemos esquecer de também alertar que, ao exercitar a empatia, ela deve ser de forma equilibrada. Acima mencionamos a prática internamente, dentro da organização. Mas não podemos esquecer que a empresa é uma prestadora de serviços. Os advogados, consultores, estagiários não podem ser empáticos o tempo todo. Vale lembrar que com muita gratidão continuamos exercendo nossas atividades sem perder a qualidade, ética e missão. E, nesse caso, devemos ser mais moderados.

Isso vai passar, mas juntos podemos viver de forma mais leve e mais fácil!

“Para trabalhar em equipe precisamos ter empatia, transparência, solidariedade e muita lealdade, esses ingredientes são necessários para o sucesso em grupo. ” (Paulo França)

A empatia é a força da liderança! Nós precisamos da empatia para sobrevivermos dentro e fora das organizações.